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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Fundo do Baú #4 – Esquadrão Especial Winspector


Por Pablo Sarmento

Eai pessoal...

Preparados para mais uma viagem na nostalgia? É hoje a coisa é bem antiga e me trás muitas boas lembranças. Eu nasci no fim dos anos 80 e peguei alguns resquícios do fim dessa década, então eu olhei Jaspion, Jiban e todas essas tranqueiras nipônicas que vendiam bonequinho que nem água. Hoje vou falar de um dos primeiros tokusatsus que olhei de cabo a rabo: Esquadrão Especial Winspector, que foi escavado do fundo do meu ser para esse post.



Esse programa foi o primeiro de uma trilogia que é chamada de Rescue Heroes, que também é integrado das séries Solbrain e Exceedraft. Esquadrão Especial Winspector era produzido pela Toei Company e teve 49 episódios e foi ao ar de 1990 a 1991 no Japão e passou no Brasil em meados de 1994.

A premissa do programa era bem simples, você tinha um super policial Liuma Ogawa
 (Fire) e seus dois ajudantes robôs Biker e Higther (uns dos traumas de infância foi ganhar um boneco do Higther ao invés o do Fire. hahaha). Combatem a criminalidade em Tokio com os apetrechos mais high-tech do planeta.



Liuma era o único humano que ia a campo do esquadrão, ele tinha uma armadura para ajuda-lo em suas missões, ele gritava “Jack Up” dentro do seu carro adaptado e ganhava um traje tecnológico e passava a ser chamado de fire. O problema desse apetrecho era que Liuma não poderia usa-lo muito tempo por causa do calor dentro dele. Logo todo o fim de episodio tu via a cena que te dava mais alivio e sensação estranha, pois o policial tirava aquela máscara e com isso ele jorrava suor para todo o lado.

Os outras estrelas desse programa eram Biker e Higther, o primeiro citado era um robô amarelo que tinha uma roda no peito que ele usava para poder se movimentar mais rápido e nos ocasionava com cenas muito engraçadas. Já Higther era um robô boa praça que tinha assas e gostava bastante de crianças.

Eu me lembro até hoje de acorda todo dia cedo só pra olhar o Esquadrão Especial Winspector, tentar cantar em japonesas aquelas musicas que eu gostava bastante e só entendia umas palavras nada haver. Eu ficava correndo com meus irmãos no pátio com um capacete na cabeça só pra imitar o Liuma no seu momento de galã japonês.

Claro que se todos nós olharmos hoje, vamos rir das bobeiras que nós nos sujeitávamos. Esse é aquele programa pra você olhar esperando rachar o bico com as piadas bobas e nem deve apresentar para aquele teu primo metido a geek reclamão.



Bom pessoal, se vocês gostam de nostalgia, querem rir um pouco de algo que na época era legal de ver, que acabou ficando datado por vários motivos, e ainda sim te deixa com aquele gostinho de quero mais: visitem novamente Esquadrão Especial Winspector.

Até a próxima.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Fundo do Baú #03 – Doze Macacos


Por Pablo Sarmento

Eai Pessoal...

Viagens no tempo sempre foi uma coisa que me atraiu bastante, acho que por isso que algumas semanas atrás fui atrás do filme Doze Macacos, obra que tinha uma lembrança muito vaga, mas me recordava que trabalhava essa ideia de viagens temporais e aquela estigma de ir ao passado para tentar mudar algo e assim alterar o futuro.



Este filme foi lançado 1996 e foi inspirado num curta metragem francês La Jetée. Os seus atores principais são Bruce Willis (Vulgo brucutu do Sci-Fi), Brad Pitt e Madeleine Stowe e com a direção de Terry Gillian.


A história do filme se inicia em 2035, o planeta Terra está devastado por um vírus que impede a raça humana de viver ao ar livre e neste caso eles encontram como solução morar no subsolo das cidades onde é seguro e o vírus que não pode atacar ninguém. Dentro deste contexto conhecemos James Cole (Bruce Willis) que é um presidiário que é atormentado por pesadelos sobre seu passado, ele é convidado para fazer parte de um teste de viagem no tempo, voltar até 1997 para descobrir quem são os doze macacos e uma forma de impedir a disseminação do vírus que destruiria 99% da humanidade.

Na primeira tentativa de viagem Cole vai ser transportado para 1990 onde é preso e encaminhado a um hospício e lá ele conhece Jeffrey Goines (Brad Pitt) um cara muito maluco e rico que tem muitas ideias sobre defesa dos animais. Durante uma consulta com os psiquiatras da clinica o viajante do tempo conhece a doutora Katryn Railly (Madeleine Stowe) que a primeiro momento acha tudo o que o paciente fala: uma grande asneira, pois o homem explica que é do futuro e tem que encontrar os doze macacos e que o mundo corre perigo. Depois de uma tentativa de fuga falida, Cole é preso na solitária de onde desaparece.

Cole retorna para 2035 onde faz uma reunião com a alta cúpula de cientistas. O homem pede uma segunda chance para outra viagem e dessa vez pede para mandarem ao ano certo para que ele tenha um maior sucesso na sua busca. Durante essa viagem James Cole vai parar no meio da 1° guerra mundial onde é baleado e encontra um viajante perdido e a cena corta e mostra em 1997 a doutora Railly dando uma palestra sobre um livro que estava lançando e que falava da 1° guerra mundial também (olha ai o roteirista se puxando).

O viajante do tempo sequestra a doutora e tenta provar para ela que ele está falando a verdade, ela percebe que Cole está mancando e tenta o ajudar, e quando tira à bala da perna do homem ela percebe que é uma capsula da 1° guerra mundial e assim descobre que ele está falando  a verdade  e ela decide ajudar James, então vão de encontro aos doze macacos.

Eles descobrem que os doze macacos é um grupo de defesa dos animais, pessoas enérgicas que são lideradas por Joffrey Goines. Por dedução, Cole acha que eles foram os homens responsáveis de tirarem a atmosfera livre dos humanos e as entregar para os animais no futuro e a partir desta parte começasse a enlouquecer a cada segundo neste filme.



Este filme mantém uma tensão incrível em quem o olha, podemos dizer: que ele mantém um terror psicológico e temor do tempo estar acabando. Quero chamar muito atenção para Brad Pitt neste filme que faz um papel formidável, não é por acaso que ganhou o globo de ouro e foi indicado ao Oscar.



A temática viagem temporal não é forçada em nenhum momento e não usa técnicas “físicas quânticas” para explicar os acontecimentos, ela apenas está lá como parte da trama.



Se você já olhou o filme sabe que eu estou falando de algo muito bom e se não viram ainda, é uma ótima pedida para aquelas madrugadas pra quando não tem nada pra fazer na internet.

Trailer:

Do fundo do baú essa é minha indicação e a dica é: tem vezes que voltar no tempo não vai mudar nada no futuro.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Fundo do Baú #01 – Batman the Animated Series

Por Pablo Sarmento.



Eai pessoal…


          Está é a primeira de uma série colunas de indicações do Emulador de Criticas, quando usar o titulo “Fundo Baú”, vou falar sobre algum filme, desenho/anime e séries com mais de 10,15 anos de lançamento ou já finalizado, então esperem coisa do arco da velha.


         Nesta coluna irei falar da primeira animação do DCAU (DC Animated Universe), estamos falando de Batman The Animeted Series, que foi lançada no ano de 1992 na FOX nos EUA e no Brasil passou no SBT, não me recordo o ano (nem Wikipédia lembra).



          Com um formato idealizado por Bruce Timm, o homem por trás de todos os desenhos feitos dentro do DCAU. Temos o Batman no seu estilo mais investigativo e noir, a animação mostra uma Gothan City com misto de anos 40 (arquitetura, carros e dirigíveis) e tecnologia futurista (armas, computadores e bat-acessorios), criando um plano de fundo atemporal, bastante parecido com os filmes do Tim Burton. O diferencial desta série é exatamente o publico que ela acabou encontrando, sendo grande parte deles de adultos fãs do homem morcego. O andamento da série era simples, eles pegavam boas histórias da cronologia regular do Batman e levavam para as telas, assim temos muitos episódios que a gente conhece a bastante tempo, um arco inspirado no ano um herói, um de como nasceu duas caras e mais algumas conceituadas.




O sucesso foi tão grande, que o desenho ganhou uma HQ com alguns roteiristas bem importantes do desenho. Vale lembrar Paul Dini que escreveu nos quadrinhos a magistral história do nascimento da Arlequina que depois foi adaptada para animação. O Senhor Frio da série também foi levado para os quadrinhos, pois a motivação dele era muito melhor. Acho que isso mostra o quanto à equipe de criação envolvida na série era boa.



           Batman The Animated Series terminou em 1995 e teve 84 episódios (cerca de 3 temporadas), ganhou 4 prêmios Emmy e plantou a semente do DCAU, que tem seu ápice em Liga da Justiça. Uma série bem tratada, com uma equipe que respeitou o personagem e que merece estar na estante de todos os fãs do Batman ou de quem goste de uma boa animação.
           Só a cargo de curiosidade: o dublador do coringa da animação é Mark Hamill que pra quem não conhece é o ator que interpreta Luke Skywalker na trilogia boa do Star Wars



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Se quiserem mais informações sobre DCAU o Comicpod tem uma série de podcasts sobre este tema, nos links abaixo você encontra tudo.







Direto do baú está é a minha indicação.

Até a próxima.

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