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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Homeland tem o dom de te fazer questionar o certo e o errado.


Por Pablo Sarmento

Eai pessoal...

Aqui estou mais uma vez (acho que já perceberam isso), e vou falar de uma série em que vi a primeira temporada em 2 dias somente na madruga. Homeland criado por Howard Gordon e Alex Gansa, passa no canal Showtime no EUA e no Brasil passa no canal pago FX e tem sido um estouro de critica e elogios.



A série é muito interessante por te por muitas coisas para pensar, pois ela aborda o psicológico das pessoas e o peso das escolhas que cada um faz na sua vida, e como isso vai ser refletido no futuro dos personagens.

Nós seguimos a vida da agente da CIA Carrie Mathison, uma pessoa compenetrada no seu trabalho e que está atrás de um grande terrorista que pode acabar com a paz do EUA. A vida da agente enlouquece quando ela descobre que Sargento Nicolas Brody, um fuzileiro naval que estava desaparecido, foi encontrado durante uma missão para tentar descobrir o paradeiro de Abu Nazir, o terrorista que está causando comoção na CIA.



Carrie duvida que Brody esteja falando toda a verdade que sabe, pois ela tinha informações que existia um agente do exercito americano estava trabalhando para o lado de Nazir. Então a garota começa um jogo de gato e rato com o Sargento. O grande barato da série é Carrie tentando incriminar Brody, pois a vista do governo ele é um herói de guerra e também um símbolo que ainda existe muita luta contra o terror pela frente. Então, portanto você deve estar sempre preparado para reviravoltas das mais incríveis.

A trama da primeira temporada termina de uma forma, que tu acha que não tem como expandir mais. Mas ao começar a segunda parte você percebe que ainda existe muito pano pra manga, podemos perceber que muitas vezes você vai mudar por quem está torcendo na série, tem horas que você acha que Carrie é uma louca e é tudo fruta da cabeça bitolada dela, tem horas que tu acha que Brody é um FDP e tem mais que tomar uns tiros no meio da testa. Aqui que você encontra o diferencial da história, as motivações dos personagens são todas muito profundas e totalmente humanas, coisas que poderiam passar na cabeça das pessoas e por diversas vezes você pensa: será que eu não faria a mesma coisa no lugar dele.

Não espere super efeitos especiais, não espere explicações extremamente complexas. O que acontece é, existe uma força dentro do governo, movendo peças para uma coisa muito grande. Vamos descobrir aos pouco tudo que se passa e vamos entender as motivações de todos.



Quero ressaltar o trabalho dos dois atores principais dessa série, Claire Danes (Carrie) e Damian Lewis (Brody), que pelo segundo ano seguido ganham prêmios por suas performances e por segurar uma série de peso como esta. Certamente podemos esperar muita tramoia, maracútaia e reviravolta ainda nessa série.



Até a próxima e a dica é: ninguém é santo e ninguém é de todo o mal.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

American Horror Story volta com força total!


Por Pablo Sarmento

Eai Pessoal...


       Depois do fim de temporada alucinante que teve American Horror Story, na ultima semana voltamos ao universo enigmático criado por Ryan Murphy e Brad Falchuk. A segunda temporada terá o nome de Asylum, se passando no Instituto Mental Briarcliff.



            Logo no inicio do capitulo nos deparamos com Léo (Adam Levine) e Teresa, um casal explorando um manicômio mal assombrado para transar, bem coisa de caçadores de emoções, o que chama atenção no capitulo é que ele não esta em nenhum momento focado diretamente na atualidade, após o aqueles momentos que somente esse seriado consegue mostrar, somos transportados para os EUA nos anos 60 e nos deparamos com um frentista chamado Kit Walker (Evan Peters nosso conhecido da primeira temporada) e sua esposa Alma, uma Afro-americana, lembrem-se que naquela época era um grande tabu social um branco casando com uma afrodescendente. Dai pra frente à série enlouquece de uma forma que o cara demora alguns segundos para voltar ao fio da história. Kit é abduzido por alienígenas (é exatamente o que escrevi) fazem experimentos com ele e após isto alma aparece morta, logo quem é culpado por tudo é seu marido.

    Kit vai parar no Instituto Briarcliff e somos apresentados a mais um monte de personagens, nos quais os mais importantes são à freira e diretora do manicômio irmã Jude (Jessica Lange também conhecida da temporada anterior), Dr Arthur médico que faz algumas experiências bem macabras e a jornalista homossexual Lana Winters que acaba sendo vitima da sua própria curiosidade. Dentro do lugar temos varias partes bem assustadoras, experiências e muitas pessoas estranhas. 
         A grande diferença entre as temporadas está na forma em que a história vai ser contada, na primeira temos uma família descobrindo todos os problemas com a casa mal assombrada, série é mais investigativa e pelo jeito na segunda teremos algo em forma de conto, com flashes entre o passado e o presente. Eu particularmente gostei da forma como será ambientada a série este ano.


Com um primeiro capitulo alucinante, cheio de sustos (põe susto nisso), cenas arrepiantes e ótimas atuações, principalmente de Jessica Lange, esse ano American Horror Story Asylum tem tudo pra ganhar muitos EMMYs e angariar um monte de fãs.
 
O único ponto negativo foi  abertura, a da primeira temporada me dava arrepios.

Acho que isso, até a próxima. 

Trailer da temporada:


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